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<title>Portal de Notícias Demonstrativo - Sua fonte de notícias na cidade de ...</title>
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<description>Site de Notícias demonstrativo</description>
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<title>STM autoriza coleta de dados sobre trajetória de Bolsonaro no Exército</title>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Carlos Vuyk de Aquino, do Superior Tribunal Militar (STM), acolheu nesta quarta-feira (22) pedido feito pelo ex-presidente Jair Bolsonaro para que as Forças Armadas enviem documentos sobre a trajetória dele no serviço militar.</p>

<p>Os documentos deverão ser remetidos ao STM para auxiliar no julgamento que vai decidir se Bolsonaro será expulso do Exército em função da condenação na ação penal da trama golpista pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Bolsonaro é capitão da reserva.</p>

<p>Com a decisão, o Exército deverá remeter ao tribunal o prontuário funcional referente ao período de 1971 a 1988, histórico disciplinar completo, certidão de existência ou não de punições disciplinares, eventuais elogios recebidos e relação de condecorações, medalhas e honrarias.</p>

<p>A Marinha, a Força Aérea e o Ministério da Defesa deverão informar se há registros de condecorações e honrarias.</p>

<p>No dia 3 de fevereiro deste ano, o Ministério Público Militar (MPM) protocolou no STM ações para decretação da perda do oficialato de Bolsonaro. </p>

<p>De acordo com a Constituição, o oficial das Forças Armadas pode ser expulso no caso de condenação criminal superior a dois anos de prisão por condenação criminal. O ex-presidente foi condenado pelo Supremo a 27 anos e três meses de prisão. </p>

<p>Além de Bolsonaro, o MPM também pediu a perda da patente dos generais da reserva Augusto Heleno, Paulo Sergio Nogueira, Braga Netto e o almirante Almir Garnier, que também foram condenados pelo STF. </p>]]></content:encoded>
<category>Justiça</category>
<dc:creator>Jurídico News</dc:creator>
<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 22:27:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>CCJ aprova admissibilidade de propostas que acabam com escala 6x1</title>
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<description>PECs serão analisadas por comissão especial e pelo plenário da Câmara. A admissão das propostas foi aprovada por unanimidade em votação simbólica.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (22) a admissibilidade de duas propostas de emenda à Constituição (PECs) que reduzem a jornada de trabalho no país.</p>

<p>Na prática, as PECs acabam com a escala de seis dias de trabalho por um de descanso (6x1). Os textos serão agora analisados por uma comissão especial e depois irão a plenário.</p>

<p>A PEC 221/19, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), propõe reduzir a jornada semanal gradualmente das atuais 44 para 36 horas. A transição se daria ao longo de dez anos.</p>

<p>A proposta apensada (PEC 8/25), da deputada Erika Hilton (Psol-SP), prevê uma escala de quatro dias de trabalho por semana, com limite de 36 horas no período.</p>

<p>As duas propostas ganharam força com o movimento "Vida Além do Trabalho", que busca o fim da escala 6x1 para melhorar a saúde mental e a qualidade de vida dos trabalhadores. A admissão das propostas foi aprovada por unanimidade em votação simbólica. </p>

<p>A CCJ só analisa se os textos estão aderentes à Constituição Federal. O mérito caberá à comissão especial.</p>

<p>Atualmente, a Constituição Federal estabelece apenas que a jornada normal do trabalhador não deve ser superior a oito horas diárias e 44 horas semanais.</p>

<h2>Proposta do governo</h2>

<p>Como essa tramitação pode se estender por meses, e diante da tentativa da oposição de barrar a PEC, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao Congresso, na semana passada, um projeto de lei (PL) com urgência constitucional para acabar com a escala 6x1 e reduzir a jornada de 44 para 40 horas semanais.</p>

<p>O PL com urgência precisa ser votado em até 45 dias ou tranca a pauta do plenário da Câmara.</p>

<p>O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) comentou que é prerrogativa do governo federal enviar um PL com urgência constitucional, mas a Câmara vai seguir com a tramitação da PEC.</p>

<p>O governo tem defendido que a proposta do Executivo não compete com a PEC em tramitação na Câmara, segundo explicou o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho.</p>


<p>“Se a PEC for aprovada nesse prazo, evidentemente que o PL está prejudicado, não há mais necessidade. Mas o rito da PEC é mais demorado do que o PL. O PL vai avançar e pode ser que entre em vigor a redução de jornada de trabalho e depois se consolide por PEC para impedir eventuais aventureiros do futuro quererem aumentar a jornada como aconteceu na Argentina”, explicou Marinho.</p>


<p>Quando a PEC for a plenário, será exigido um quórum de três quintos dos votos dos deputados, o que corresponde a 308 parlamentares, em dois turnos de votação.</p>



<p>*Com informações da Agência Câmara de Notícias.</p>]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>Jurídico News</dc:creator>
<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 20:27:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Mendonça pede vista e suspende julgamento contra Eduardo Bolsonaro</title>
<link>https://imprensa.juridico.news/noticia/mendonca-pede-vista-e-suspende-julgamento-contra-eduardo-bolsonaro</link>
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<description>Até o momento, o placar está 4 votos a 0 pela condenação do ex-parlamentar por difamação contra a deputada Tabata Amaral (PSB-SP)</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu vista e suspendeu o julgamento virtual do processo em que o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) é acusado de difamação contra a deputada Tabata Amaral (PSB-SP).</p>

<p>O julgamento começou na sexta-feira (17). Até o momento, o placar está 4 votos a 0 pela condenação do ex-parlamentar.</p>

<p>Além de Alexandre de Moraes, relator, os votos foram proferidos pelos ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia. A data para retomada do julgamento ainda não foi definida.</p>

<p>O processo foi movido pela deputada contra Eduardo Bolsonaro após uma postagem nas redes sociais.</p>

<p>Em 2021, ele escreveu que o projeto de lei proposto pela parlamentar para garantir a distribuição gratuita de absorventes íntimos teria o objetivo de atender interesses empresariais de “seu mentor-patrocinador Jorge Paulo Lemann”, acionista de uma companhia que fabrica produtos de higiene pessoal.</p>

<p>Moraes votou pela condenação e aplicou pena um ano de prisão em regime aberto. O ministro entendeu que ficou configurada a difamação contra a deputada.</p>

<p>“A divulgação realizada pelo réu revela o meio de ardil por ele empregado, cujo objetivo foi tão somente atingir a honra da autora, tanto na esfera pública, na condição de agente política, como em sua vida privada, uma vez que o alcance proporcionado pela Internet, como é sabido, é gigantesco e tem enorme poder de proliferação”, afirmou. </p>

<p>Durante a tramitação do processo, a defesa de Eduardo Bolsonaro disse que as declarações foram feitas no âmbito da imunidade parlamentar.</p>

<p>O ex-deputado está nos Estados Unidos desde o ano passado e perdeu o mandato por acumular faltas às sessões da Câmara dos Deputados.</p>]]></content:encoded>
<category>Justiça</category>
<dc:creator>Jurídico News</dc:creator>
<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 20:27:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Polícia Federal retira credenciais de agente de imigração dos EUA</title>
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<description>Segundo diretor da PF, a ação foi um ato de reciprocidade à decisão do governo americano de determinar a saída do delegado brasileiro Marcelo Ivo de Carvalho dos EUA.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, retirou as credenciais diplomáticas de um agente de imigração dos Estados Unidos que atuava na sede da PF em Brasília.</p>

<p>Segundo ele, a iniciativa é um ato do governo brasileiro em reciprocidade à decisão do governo estadunidense de determinar a saída do delegado brasileiro Marcelo Ivo de Carvalho, também da PF, dos EUA.</p>

<p>"Eu retirei, com pesar, as credenciais de um servidor dos EUA pelo princípio da reciprocidade", afirmou Andrei durante entrevista ao programa Estúdio i, da GloboNews.</p>

<p>A Agência Brasil entrou em contato com a assessoria de imprensa da Polícia Federal para confirmar a informação e também para pedir detalhes sobre a substituição do delegado Marcelo Ivo pela delegada Tatiana Alves Torres.</p>

<p>Até a redação desta nota, não havia recebido retorno.</p>

<h2>Entenda</h2>

<p>Na última segunda-feira (20), o Escritório para Assuntos do Hemisfério Ocidental dos Estados Unidos informou que pediu a saída de um “funcionário brasileiro” do país. Embora a postagem não cite nomes, o texto indica que se trata de um delegado da Polícia Federal envolvido na prisão do ex-deputado Alexandre Ramagem.</p>

<p>Ramagem foi solto na última quarta-feira (15) após ficar dois dias preso na Flórida.</p>

<p>O ex-deputado foi diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). No ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) condenou Ramagem a 16 anos de prisão na ação penal relacionada à trama golpista.</p>

<p>Na terça-feira (21), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva comentou o caso durante viagem à Alemanha, e falou em em reciprocidade. </p>

<p>“Acho que, se houve um abuso americano com relação ao nosso policial, nós vamos fazer a reciprocidade com o deles no Brasil. Não tem conversa”, disse Lula.</p>]]></content:encoded>
<category>Justiça</category>
<dc:creator>Jurídico News</dc:creator>
<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 18:27:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>MEC Livros: biblioteca digital já tem mais de meio milhão de usuários</title>
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<description>Plataforma disponibiliza cerca de oito mil obras literárias nacionais e estrangeiras. Entre os livros mais lidos estão Crime e Castigo e A Cabeça do Santo.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 566 mil pessoas já se cadastraram na plataforma literária disponibilizada pelo Ministério da Educação (MEC), o MEC Livros. Cerca de 263 mil obras já foram alugadas desde o lançamento, no dia 6 de abril. . </p>

<p>O aplicativo disponibiliza mais de oito mil títulos de autores nacionais e internacionais que podem ser alugados gratuitamente por qualquer pessoa que tenha uma conta Gov.br. </p>

<p>“A iniciativa contribui para preservar o patrimônio literário, ao mesmo tempo em que democratiza o acesso à literatura, incentiva o hábito de leitura, promove a integração de novas tecnologias na educação e apoia as práticas pedagógicas”, diz o MEC. </p>

<p>Os cinco livros mais lidos na plataforma são, nesta ordem: </p>

<ul>
	<li>Crime e Castigo, de Fiódor Dostoiévski; </li>
	<li>A Cabeça do Santo, de Socorro Acioli; </li>
	<li>Sem Despedidas, de Han Kang; </li>
	<li>A Vegetariana, da mesma autora e </li>
	<li>Harry Potter e a Pedra Filosofal, de J.K. Rowling.</li>
</ul>

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<h2>Como acessar </h2>

<p>Para ler os livros disponíveis, basta acessar o site ou o aplicativo do MEC Livros e fazer o login com a conta do Gov.br.</p>

<p>O aplicativo está disponível para Android, computadores e também tem integração com o portal gov.br.</p>

<p>Na primeira página, já aparece uma lista de livros disponíveis, organizados por categorias como “Em Alta”, “Best-Sellers”, “Autores Clássicos Brasileiros”, entre outras. </p>

<p>Ao clicar na capa da obra que deseja pegar emprestado, há a opção de ler o resumo sobre a obra no botão “Mais informações”. Após clicar nesse botão, abrirá uma nova página que contém o botão “Emprestar e Ler”, basta selecioná-lo e o livro estará à disposição para leitura. </p>

<p>Os livros devem ser devolvidos em 14 dias, quando o usuário pode optar pela renovação do empréstimo pelo mesmo período ou pela devolução do título. </p>

<p>Segundo o MEC, estão sendo implementadas melhorias para permitir a devolução a qualquer tempo, além da possibilidade de habilitar essa função a partir de 90% da leitura, ampliando a autonomia do usuário na gestão dos empréstimos.</p>]]></content:encoded>
<category>Educação</category>
<dc:creator>Jurídico News</dc:creator>
<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 18:27:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Inscrições para vagas remanescentes do Fies vão até 29 de abril</title>
<link>https://imprensa.juridico.news/noticia/inscricoes-para-vagas-remanescentes-do-fies-vao-ate-29-de-abril</link>
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<description>Resultado será divulgado no dia 7 de maio. Programa federal financia, desde 2001, a graduação em instituições de educação superior privadas.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Estão abertas as inscrições para o processo seletivo das vagas remanescentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) referente ao primeiro semestre de 2026. O prazo começou nesta quarta-feira (22) e segue até o dia 29 de abril.</p>

<p>A inscrição é gratuita e deve ser feita na página do programa no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior do Ministério da Educação (MEC).</p>

<p>O edital com as regras foi publicado pelo MEC no dia 6 de abril.</p>

<p>O resultado será divulgado no dia 7 de maio. Nos dias 8 a 11 de maio, os pré-selecionados deverão validar as informações na própria instituição de ensino superior para a qual se candidataram, por meio da entrega física ou digital da documentação exigida.</p>

<p>O Fies tem chamada única e lista de espera. Os estudantes que não forem pré-selecionados estarão automaticamente na lista de espera para preenchimento das vagas não ocupadas, observada a ordem de classificação. A pré-seleção da lista de espera ocorrerá de 15 a 29 de maio.

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<h2>Fies </h2>

<p>Com o objetivo de promover a inclusão educacional, o programa federal financia, desde 2001, a graduação em instituições de educação superior privadas com avaliação positiva no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes).</p>

<p>São dois processos seletivos regulares, um para o primeiro semestre e outro para o segundo semestre do ano letivo, além de seleções para vagas remanescentes.</p>

<h2>Requisitos</h2>

<p>Os candidatos em obter o financiamento estudantil devem atender aos seguintes requisitos:</p>

<ul>
	<li>Participação em uma das edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a partir de 2010;</li>
	<li>Média aritmética das notas nas cinco provas igual ou superior a 450 pontos;</li>
	<li>Nota na redação superior a zero;</li>
	<li>Renda familiar mensal bruta por pessoa de até três salários mínimos;</li>
	<li>Condições de atingir a frequência mínima exigida para o primeiro semestre de 2026 no curso escolhido, que é de 70% de presença.</li>
</ul>

<p>A classificação no processo seletivo do Fies seguirá a ordem decrescente das notas obtidas pelos candidatos no Enem, com prioridade para os candidatos que não concluíram o ensino superior e/ou não foram beneficiados pelo financiamento estudantil.</p>

<p>É vedada a concessão de novo financiamento do Fies a candidatos que não tenham quitado o financiamento anterior pelo Fies ou pelo Programa de Crédito Educacional ou que se encontrem em período de utilização do financiamento.</p>

<h2>Cotas </h2>

<p>O edital do processo seletivo reserva 50% das vagas para o Fies Social, lançado em 2024 para reforçar o papel social do financiamento estudantil. Para concorrer, os candidatos devem ter inscrição ativa no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico) e renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo.</p>

<p>A modalidade lançada pelo MEC permite financiamento de até 100% dos encargos educacionais cobrados pela instituição de ensino superior.</p>

<p>Também há cotas para pretos, pardos, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência, em proporção à população desses grupos em cada estado. Essa reserva aplica-se tanto no Fies como no Fies Social.</p>]]></content:encoded>
<category>Educação</category>
<dc:creator>Jurídico News</dc:creator>
<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 17:27:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>“Taxa das blusinhas” preservou 135 mil empregos, estima CNI</title>
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<description>Segundo a entidade empresarial, a medida evitou a entrada de bilhões de reais em produtos estrangeiros, ao mesmo tempo em que reforçou o caixa da União.   </description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de impopular, a cobrança de imposto sobre compras internacionais de pequeno valor, conhecida como “taxa das blusinhas”, teve efeitos positivos para o país, revelou levantamento divulgado nesta quarta-feira (22) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).</p>

<p>Segundo a entidade empresarial, a medida ajudou a conter importações, preservou mais de 100 mil empregos e movimentou a economia brasileira. Bilhões de reais em produtos estrangeiros deixaram de ser comprados, ao mesmo tempo em que o imposto reforçou o caixa da União, disse a confederação.</p>

<p>A CNI calculou os efeitos do Imposto de Importação, com base no valor médio das remessas em 2025, comparando o volume de importações projetado pela confederação para o ano passado e o valor que foi efetivamente registrado.</p>

<h2>Principais números do levantamento</h2>

<ul>
	<li>R$ 4,5 bilhões em importações evitadas;</li>
	<li>135,8 mil empregos preservados no país;</li>
	<li>R$ 19,7 bilhões que circularam na economia brasileira;</li>
	<li>Queda de 10,9% no número de encomendas internacionais de 2024 a 2025;</li>
	<li>Recuo de 23,4% no número de remessas no primeiro semestre de 2025 em relação ao primeiro semestre de 2024, antes da entrada em vigor;</li>
	<li>Arrecadação de R$ 1,4 bilhão com o imposto em 2024, e de R$ 3,5 bilhões, em 2025.</li>
</ul>

<p>De acordo com a CNI, a tributação reduziu a concorrência desleal dos produtos importados, principalmente da China, dando fôlego à indústria brasileira.</p>


<p>“O objetivo principal da ‘taxa das blusinhas’ não é tributar o consumidor, mas proteger a economia. Tornar a indústria brasileira competitiva é primordial para que nós possamos manter empregos e gerar renda", afirmou em nota Marcio Guerra, superintendente de Economia da CNI.</p>


<p>"Ninguém aqui é contra as importações. Elas são bem-vindas, aumentam a competitividade, mas é preciso que entrem no Brasil em condições de igualdade”, acrescentou.</p>

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<h2>Como funciona a taxa</h2>

<p>A medida estabelece a cobrança de 20% de Imposto de Importação sobre compras internacionais de até US$ 50. A regra entrou em vigor em agosto de 2024, dentro do programa Remessa Conforme, criado para regulamentar o comércio eletrônico internacional.</p>

<p>Na prática, o imposto é cobrado no momento da compra, o que facilita a fiscalização e reduz fraudes.</p>

<h2>Efeito nas importações</h2>

<p>Com a nova regra, o volume de encomendas caiu:</p>

<ul>
	<li>Em 2024, foram 179,1 milhões de remessas para o Brasil;</li>
	<li>Em 2025, o número recuou para 159,6 milhões.</li>
</ul>

<p>Sem a taxação, a projeção da indústria era de que o número chegaria a mais de 205 milhões de pacotes, o que mostra o impacto direto da medida na redução das compras no exterior.</p>

<p>Antes da mudança, produtos importados de baixo valor muitas vezes entravam no país sem pagar todos os tributos, enquanto itens nacionais eram taxados normalmente.</p>

<p>Segundo a CNI, isso gerava uma concorrência desigual. Com a nova regra, há maior equilíbrio entre produtos nacionais e estrangeiros.</p>

<h2>Combate a fraudes</h2>

<p>A CNI complementa que a "taxa das blusinhas" também inibiu práticas como subfaturamento, divisão de pedidos e uso indevido de isenções, que eram comuns antes da taxação.</p>

<p>Com o novo sistema, as plataformas internacionais precisam informar e recolher os impostos no ato da venda, o que aumenta o controle e reduz irregularidades.</p>

<h2>Impacto econômico</h2>

<p>Além de reduzir importações, a medida elevou a arrecadação federal com importações de pequeno valor, que passou de R$ 1,4 bilhão em 2024 para R$ 3,5 bilhões em 2025.</p>

<p>Para a indústria, informou a CNI, o principal efeito é a proteção da produção nacional, com manutenção de empregos e geração de renda no país.</p>]]></content:encoded>
<category>Economia</category>
<dc:creator>Jurídico News</dc:creator>
<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 17:27:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Anvisa aprova Mounjaro para criança e adolescente com diabetes tipo 2</title>
<link>https://imprensa.juridico.news/noticia/anvisa-aprova-mounjaro-para-crianca-e-adolescente-com-diabetes-tipo-2</link>
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<description>Segundo a agência, “a única mudança foi a ampliação da população-alvo para tratamento de diabetes, que era apenas de uso adulto e agora passa a ser de uso pediátrico”.  </description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quarta-feira (22) o uso do medicamento Mounjaro para tratar diabetes tipo 2 em crianças a partir de 10 anos. Até então, a indicação era apenas para uso adulto. </p>

<p>Em nota, a Anvisa informou que as demais indicações do medicamento permanecem para uso adulto. “A única mudança foi a ampliação da população-alvo para tratamento de diabetes, que era apenas de uso adulto e agora passa a ser de uso pediátrico”.  </p>

<p>O Mounjaro é um dos diversos medicamentos  da classe dos agonistas do receptor GLP 1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras.</p>

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<h2>Manipulação</h2>

<p>Na próxima semana, a diretoria colegiada da Anvisa discute uma proposta de instrução normativa sobre procedimentos e requisitos técnicos que tratarão da manipulação de canetas emagrecedoras.</p>

<p>A nova norma fará parte de um conjunto de estratégias que integram o plano de ação anunciado no último dia 6, composto por medidas regulatórias e de fiscalização relacionadas a esse tipo de medicamento.</p>

<h2>Grupos de trabalho</h2>

<p>Na semana passada, a agência publicou portarias que criam dois grupos de trabalho para dar suporte à atuação da autarquia no controle sanitário e garantir a segurança de pacientes que utilizam canetas emagrecedoras.</p>

<p>O primeiro grupo, formalizado pela Portaria 488/2026, será formado por representantes do Conselho Federal de Farmácia (CFF), do Conselho Federal de Medicina (CFM) e do Conselho Federal de Odontologia (CFO).</p>

<p>Já a Portaria 489/2026 institui o segundo grupo, que vai acompanhar e avaliar a implementação de um plano de ação proposto pela Anvisa e subsidiar a tomada de decisão da diretoria colegiada a partir da proposição de medidas de aprimoramento.</p>]]></content:encoded>
<category>Saúde</category>
<dc:creator>Jurídico News</dc:creator>
<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 16:27:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Anvisa atualiza limites de cúrcuma em suplementos alimentares</title>
<link>https://imprensa.juridico.news/noticia/anvisa-atualiza-limites-de-curcuma-em-suplementos-alimentares</link>
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<description>Publicada no Diário Oficial da União, nova instrução normativa ajusta os limites de uso da substância e aprimora rótulos, para proteger consumidores de riscos à saúde.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atualizou nesta quarta-feira (22) as regras para suplementos alimentares com cúrcuma, também conhecida como açafrão.</p>

<p>Publicada no Diário Oficial da União, a instrução normativa ajusta os limites de uso da substância e aprimora rótulos, para proteger consumidores de riscos à saúde.</p>

<p>Em nota, a Anvisa informou que a atualização foi motivada após a identificação, no cenário do monitoramento pós-mercado, de possível risco de danos ao fígado associado ao uso de suplementos e medicamentos com cúrcuma. </p>

<p>Em março, a agência chegou a publicar um alerta de farmacovigilância, para advertir pessoas que fazem uso dos produtos a respeito dos riscos.</p>

<p>A Anvisa esclareceu, na época, que o risco de toxicidade não está relacionado ao uso da cúrcuma para o preparo de alimentos no dia a dia. O alerta envolvia apenas medicamentos e suplementos, nos quais as concentrações são maiores.</p>

<p>O alerta se baseou em avaliações internacionais que identificaram casos suspeitos de intoxicação hepática em pessoas que utilizaram produtos com cúrcuma ou curcuminoides.</p>

<p>“O problema está associado especialmente a formulações e tecnologias que promovem um aumento na absorção da curcumina em níveis muito acima do consumo normal”, destacou a Anvisa.

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<h2>Confira as três principais atualizações</h2>

<ul>
	<li>Inclusão obrigatória da seguinte advertência na rotulagem dos suplementos: “Este produto não deve ser consumido por gestantes, lactantes, crianças, pessoas com doenças hepáticas, biliares ou com úlceras gástricas. Pessoas com enfermidades e/ou sob o uso de medicamentos, consulte seu médico.”</li>
	<li>Os limites de consumo da curcumina devem ser calculados pela soma de seus três principais componentes (curcuminoides totais).</li>
	<li>Inclusão dos tetraidrocurcuminoides na lista de ingredientes permitidos, com restrição de mistura desse novo componente com o extrato natural da planta no mesmo produto, para evitar sobrecarga da substância no organismo.</li>
</ul>]]></content:encoded>
<category>Saúde</category>
<dc:creator>Jurídico News</dc:creator>
<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 14:27:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Acionistas aprovam aumento de capital do BRB em até R$ 8,81 bilhões</title>
<link>https://imprensa.juridico.news/noticia/acionistas-aprovam-aumento-de-capital-do-brb-em-ate-r-8-81-bilhoes</link>
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<description>A expectativa dos dirigentes do BRB é que, com a emissão de ações, o capital social do banco passe dos atuais R$ 2,344 bilhões para até R$ 11,16 bilhões.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Os acionistas do Banco de Brasília (BRB) aprovaram, nesta quarta-feira (22), a proposta de aumento de capital da instituição estatal, cujo principal acionista é o Governo do Distrito Federal (GDF), que detém 53,7% das ações.  </p>

<p>A proposta aprovada durante a Assembleia Geral Extraordinária desta manhã prevê que o banco emita ações ordinárias e preferenciais até o limite de R$ 8,81 bilhões. Cada ação será emitida por R$ 5,36 no mercado, para subscrição privada.</p>

<p>A expectativa dos dirigentes do BRB é que, com a emissão de ações, o capital social do banco passe dos atuais R$ 2,344 bilhões para, no mínimo, R$ 2,88 bilhões. Já o máximo previsto chegaria a R$ 11,16 bilhões.</p>

<p>Ainda de acordo com o BRB, o aumento de capital visa a assegurar níveis adequados de capitalização do banco; ampliar a capacidade de crescimento das operações da companhia e reforçar sua estrutura de capital, fortalecendo seus indicadores prudenciais e patrimoniais.</p>

<p>Para viabilizar a proposta, os acionistas autorizaram o Conselho de Administração do banco a tomar todas as providências necessárias ao aumento de capital.</p>

<p>Também foram homologadas na assembleia as nomeações do atual presidente da instituição, Nelson Antônio de Souza, e de Joaquim Lima de Oliveira e de Sergio Iunes Brito para o Conselho de Administração.</p>

<h2>Crise institucional</h2>

<p>Criado em 1964, o BRB enfrenta uma crise institucional sem precedentes em sua história. Ao deflagrar a primeira fase da Operação Compliance Zero, em novembro de 2025, a Polícia Federal expôs um esquema de fraudes financeiras, tornando público que o BRB teve um prejuízo bilionário ao adquirir créditos do Banco Master.</p>

<p>O controlador do Master, Daniel Vorcaro está preso desde o início de março deste ano, e os desdobramentos da investigação resultaram no afastamento e na prisão do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa (PHC). O ex-executivo é suspeito de envolvimento em crimes financeiros, corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. </p>

<p>Na segunda-feira (20), o BRB anunciou que assinou um memorando de entendimento com a empresa gestora de fundos de investimentos Quadra Capital para se desfazer de ativos comprados do Banco Master.</p>

<p>A gestora se comprometeu a pagar, à vista, entre R$ 3 bilhões e R$ 4 bilhões pelos créditos que o BRB adquiriu do Master, e mais R$ 11 bilhões ou R$ 12 bilhões, a depender dos resultados alcançados na cobrança destes títulos. </p>

<p>A operação de cobrança dos créditos será feita por um fundo de investimento para a gestão e monetização dos ativos, do qual o BRB e a Quadra terão ações. A negociação ainda precisa ser analisada pelo Banco Central (BC). </p>

<p>“Obviamente, o fundo de investimento a ser estruturado vai ter que performar. A Quadra só fará os pagamentos das parcelas restantes se o fundo obtiver retorno. Ou seja, se ela conseguir receber, dos devedores, ao menos parte considerável dos créditos que o BRB comprou do Master”, disse o economista e professor da Universidade de Brasília, César Bergo, à Agência Brasil. </p>

<p>Com larga experiência no setor financeiro, Bergo acredita que, se aprovado, o acordo entre BRB e a Quadra pode “atenuar” a crise do banco público, mas não resolverá a situação.</p>

<p>“É um negócio que possibilita ao BRB respirar um pouco, por aparelhos, mas serão necessárias outras ações. E, por isso, ele está pedindo [mais de R$ 6 bilhões] de empréstimo ao Fundo Garantidor de Créditos [FGC] e sinalizando a intenção de implementar uma administração austera, com uma possível mudança da estratégia de negócios”, finalizou Bergo.</p>]]></content:encoded>
<category>Economia</category>
<dc:creator>Jurídico News</dc:creator>
<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 14:27:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Comissão da Câmara aprova punição para presos que posarem para fotos dentro de presídios</title>
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<description>Proposta também proíbe comércio dentro das prisões; a Câmara dos Deputados continua discutindo o projeto</description>
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<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1264824" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1264824">
<div class="midia-creditos">Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Delegado Caveira: objetivo é enfraquecer atuação de organizações criminosas nos presídios</div>
</div>
<p>A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que classifica como falta grave do preso posar para fotos dentro das unidades prisionais.</p>
<p>O texto altera a <a href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1980-1987/lei-7210-11-julho-1984-356938-norma-pl.html">Lei de Execução Penal</a> para estabelecer que o registro de imagens caracteriza uso ativo de celular.</p>
<p>Atualmente, a lei já pune a posse ou o uso de celulares. A nova regra detalha que a simples interação para a produção de imagens é prova suficiente da irregularidade.</p>
<p>O objetivo é punir detentos que participam de fotos para ostentar poder ou se comunicar com o exterior.</p>
<p>Parecer favorável
A medida está prevista no Projeto de Lei 5829/25, do deputado Capitão Alden (PL-BA), e foi aprovada com emendas do relator, deputado Delegado Caveira (PL-PA).</p>
<p>“A difusão dessas imagens pode contribuir para a romantização da criminalidade, estimulando a emulação de comportamentos ilícitos por indivíduos externos, especialmente jovens", argumentou Delegado Caveira.</p>
<p>As emendas do relator ampliam a proposta para também proibir o comércio de produtos dentro dos presídios. A intenção é reduzir a influência de organizações criminosas sobre a circulação de bens.</p>

<a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3112778efilename=PRL+3+CSPCCO+%3D%3E+PL+5829/2025">Leia a íntegra do texto aprovado</a>

<p>Punições previstas
A Lei de Execução Penal pune faltas graves nos presídios com:</p>

isolamento de até 30 dias;
perda de até um terço dos dias já reduzidos por trabalho ou estudo; e
volta a um regime prisional mais rígido.

<p>Em casos que comprometam a ordem ou a disciplina, o preso pode ir para o regime disciplinar diferenciado, com cela individual por até dois anos.</p>
<p>Próximas etapas
A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>

<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a>

]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>Jurídico News</dc:creator>
<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 13:27:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Novas regras do Minha Casa, Minha Vida começam a valer nesta quarta </title>
<link>https://imprensa.juridico.news/noticia/novas-regras-do-minha-casa-minha-vida-comecam-a-valer-nesta-quarta</link>
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<description>Limites de renda passam a ser R$ 3,2 mil na faixa 1; R$ 5 mil na faixa 2; R$ 9,6 mil na faixa 3; e R$ 13 mil na faixa 4. Valor máximo dos imóveis também foi atualizado.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>As novas regras para financiamento de imóveis por meio do programa Minha Casa, Minha Vida começam a valer a partir desta quarta-feira (22). Com as mudanças, os limites de renda passam a ser:</p>

<ul>
	<li>R$ 3,2 mil na faixa 1;</li>
	<li>R$ 5 mil na faixa 2;</li>
	<li>R$ 9,6 mil na faixa 3;</li>
	<li>R$ 13 mil na faixa 4.</li>
</ul>

<p>O valor máximo dos imóveis também foi atualizado – para a faixa 3, passa a ser R$ 400 mil e, para a faixa 4, R$ 600 mil.</p>

<p>As mudanças foram aprovadas em março pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A ampliação contará com recursos do Fundo Social, com cerca de R$ 31 bilhões destinados ao programa.</p>

<p>Segundo o governo, as mudanças devem ampliar o acesso ao programa, totalizando 87,5 mil famílias com juros menores; 31,3 mil novas famílias na faixa 3; e 8,2 mil famílias incluídas na faixa 4.</p>

<p>A equipe técnica estima impacto de R$ 500 milhões em subsídios e de R$ 3,6 bilhões em crédito habitacional.

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<category>Política</category>
<dc:creator>Jurídico News</dc:creator>
<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 12:27:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Defesa pede autorização do STF para que Bolsonaro possa operar ombro</title>
<link>https://imprensa.juridico.news/noticia/defesa-pede-autorizacao-do-stf-para-que-bolsonaro-possa-operar-ombro</link>
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<description>Cirurgia tem como objetivo corrigir lesões no manguito rotador, conjunto de músculos e tendões que envolve o ombro</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorização para que ele possa realizar uma cirurgia no ombro direito na próxima sexta-feira (24).</p>

<p>Segundo o pedido, a cirurgia tem como objetivo corrigir lesões no manguito rotador, conjunto de músculos e tendões que envolve o ombro. Os advogados alegam que o procedimento pode se estender também ao sábado (25).</p>

<p>Alegando razão médica, os advogados solicitaram urgência na análise do caso. A defesa pediu ainda que a autorização abarque todo o tratamento, incluindo atos preparatórios, pré-operatório, internação, realização da cirurgia, pós-operatório e reabilitação.</p>

<p>A autorização de Moraes, que deve em seguida ser confirmada pela Primeira Turma do Supremo, é necessária por ele ser o relator da execução penal de Bolsonaro.</p>

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<p>Em setembro do ano passado, Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão em regime fechado. Ele foi considerado culpado de liderar uma tentativa de golpe de Estado para se perpetuar no poder.</p>

<p>Em março, Moraes concedeu a Bolsonaro prisão domiciliar por motivos humanitários, após o ex-presidente ter sido internado às pressas na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) de um hospital particular de Brasília, com broncopneumonia.</p>

<p>Ele cumpria pena em uma cela especial no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal. O local é conhecido como Papudinha, devido à sua proximidade ao Complexo Penitenciário da Papuda.</p>]]></content:encoded>
<category>Justiça</category>
<dc:creator>Jurídico News</dc:creator>
<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 12:27:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Enem 2026: período para pedir isenção da taxa termina nesta sexta</title>
<link>https://imprensa.juridico.news/noticia/enem-2026-periodo-para-pedir-isencao-da-taxa-termina-nesta-sexta</link>
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<description>Resultados das solicitações de isenção da taxa de inscrição serão divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira em 8 de maio.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O prazo para os interessados solicitarem a isenção de pagamento da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2026 termina nesta sexta-feira. A data limite também se aplica para aqueles candidatos que precisam justificar a ausência na edição do ano passado para participar gratuitamente desta edição.</p>

<p>A solicitação deve ser feita pela Página do Participante do Enem com o login único da plataforma de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.</p>

<p>O Inep prevê a gratuidade na inscrição do exame para os seguintes casos:</p>

<p>·  matriculados no 3º ano do ensino médio em escola pública, em 2026;</p>

<p>·  estudantes de todo o ensino médio em escola pública ou bolsistas integrais em escola privada e que possuam renda igual ou inferior a um salário-mínimo e meio;</p>

<p>·  pessoas de baixa renda com registro ativo no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico);</p>

<p>·  beneficiários do programa Pé-de-Meia, do Ministério da Educação (MEC);</p>

<p>As pessoas que se enquadram nestes perfis devem solicitar a dispensa do pagamento da taxa, pois a isenção não é automática.</p>

<p>O Inep destaca que o participante que integra uma família inscrita no CadÚnico precisa estar com a situação cadastral regular para solicitar a isenção da inscrição no Enem. A falta de atualização no CadÚnico pode levar ao indeferimento do pedido para fazer as provas de graça.

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<h2>Ausência em 2025</h2>

<p>O participante que teve a isenção de pagamento da taxa de inscrição do Enem 2025, não compareceu às provas nos dois dias de aplicação em novembro do ano passado e queira solicitar novamente isenção da taxa de inscrição em 2026 deve justificar sua ausência.</p>

<p>Os documentos de comprovação devem conter todas as especificações do edital e serem legíveis para análise, sob pena de serem considerados inválidos. Entre eles: boletim de ocorrência policial, para casos de assaltos ou acidente de trânsito; certidão de casamento ou declaração de união estável, se ocorrida nove dias antes do primeiro dia de aplicação das provas.</p>

<p>O Inep exige documentos somente nos formatos PDF, PNG ou JPG, com o tamanho máximo de 2MB. Não serão aceitos documentos autodeclaratórios ou emitidos por pais ou responsáveis dos participantes.</p>

<p>A justificativa da ausência no Enem 2025 também deve ser feita pela Página do Participante.</p>

<h2>Resultado</h2>

<p>Os resultados das solicitações de isenção da taxa de inscrição serão divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) em 8 de maio.</p>

<p>Os solicitantes com pedidos de isenção negados pela autarquia poderão entrar com recurso administrativo entre 11 a 15 de maio. Os resultados definitivos dos recursos serão conhecidos em 22 de maio.</p>

<p>As regras e prazos do Enem 2026 relativos aos pedidos de isenção da taxa de inscrição estão descritos em edital publicado pelo Inep no dia 1º de abril.</p>

<p>Já o período de inscrição para as provas ainda será definido e divulgado pelo Ministério da Educação. Quem teve a isenção de pagamento da taxa aprovada também precisa fazer a inscrição para as provas.</p>

<h2>O Enem</h2>

<p>O Enem é a principal prova para entrada no ensino superior brasileiro, por meio de iniciativas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu); o Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).</p>

<p>Ainda, desde a edição de 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão do ensino médio para os candidatos que têm 18 anos completos e alcançam a pontuação mínima em cada área do conhecimento das provas e na redação.</p>

<p>Os resultados individuais do Enem também podem ser aproveitados em processos seletivos de instituições de ensino superior de Portugal que têm convênio com o Inep para aceitarem as notas do exame.</p>]]></content:encoded>
<category>Educação</category>
<dc:creator>Jurídico News</dc:creator>
<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 12:27:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Comissão aprova projeto que proíbe liberdade provisória para acusados de violência contra a mulher</title>
<link>https://imprensa.juridico.news/noticia/comissao-aprova-projeto-que-proibe-liberdade-provisoria-para-acusados-de-violencia-contra-a-mulher</link>
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<description>A proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e, em seguida, para o Plenário</description>
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<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1264740" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1264740">
<div class="midia-creditos">Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Laura Carneiro é a relatora da proposta</div>
</div>
<p>A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados aprovou proposta que proíbe a concessão de liberdade provisória a pessoas acusadas de violência doméstica e familiar contra a mulher.</p>
<p>Hoje, durante a audiência de custódia (avaliação que o juiz faz logo após a prisão para decidir se a pessoa continua presa ou não), o magistrado é obrigado a negar a liberdade provisória se o acusado for reincidente, pertencer a uma organização criminosa ou portar arma de fogo de uso restrito. O projeto altera o <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1950-1959/lei-3689-14-dezembro-1959-354356-norma-pl.html">Código de Processo Penal </a>.</p>
<p>O colegiado aprovou uma versão (substitutivo) da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), ao <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1101290-projeto-preve-negativa-de-liberdade-provisoria-para-acusado-de-violencia-contra-a-mulher">Projeto de Lei 3317/24</a>, da deputada Silvye Alves (União-GO), e outro texto apensado.</p>
<p>Enquanto a redação original previa a proibição ampla por "prática de violência contra a mulher", a relatora alterou a expressão exata para "crime envolvendo violência doméstica e familiar contra a mulher".</p>
<p>Proteção e prevenção
No seu parecer, a relatora destacou que a mudança é necessária porque as estatísticas mostram uma alta probabilidade de o agressor voltar a atacar a vítima se for libertado antes do julgamento.</p>
<p>Para a deputada Laura Carneiro, o sistema jurídico precisa de regras específicas e firmes para travar a escalada do feminicídio no País. Ela defendeu a aprovação do texto argumentando que a lei precisa atuar de forma preventiva.</p>
<p>"Ao negar a liberdade provisória, estamos garantindo que a Lei está sendo desenhada para proporcionar uma camada adicional de proteção para as mulheres, evitando que elas tenham que enfrentar a constante ameaça de novos episódios de violência, enquanto o processo legal está em andamento na Justiça", reforçou.</p>
<p>Próximos passos
A proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, o texto seguirá para apreciação do Plenário da Câmara. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>

<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei </a>

]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>Jurídico News</dc:creator>
<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 11:27:00 -0300</pubDate>
</item>
</channel>
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